As drogas me deixaram,
não uma nem duas, mas
seis vezes ou mais, e eu
deixei meu vício, embora
ainda viçoso, como quem
larga, deliberadamente,
a mão de uma criança em
uma multidão em
movimento contínuo.
Sem culpa, me pergunta
a alma? Não. Jamais.
Só há remorso e abandono
agora.