não arredo o
pé do passo.
Do tato para comigo
do espaço ao redor
perpassado por cada
passo dado não abro
mão de polegada
alguma:
ser um habitat do horizonte,
um meio para o ambiente
sentir-se personificado.
Me encontro sempre comigo,
quando parto, no lugar de
destino, eu toda vez estou
lá já me esperando. Quando
não vou, morro sozinho e
fico como fantasma me
assombrando na origem...
por isso preciso partir,
ir para libertar minha alma.