é devir. Pode ser acaso e
ocaso, é labor e é ócio, é
sacramento e sacerdócio.
É sacrossanto o ser poeta,
tanto quanto é maldito, e
por isso mesmo a poesia é
bem dita maldição.
E toda sua obra deve ser
revolucionária. Poesia que
não transforma não serve
de nada, e no mais, de nada
vale, e mais ainda, poesia que
não desperta, apenas atrapalha.
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