sábado, 17 de junho de 2017

Bolsonismo

Caras  brancas, caucasianas,
feias, bobas, francas.
Crachá carranca,
máscara face de caráter
quase, porém plena,
toda hedionda.
Faces em ênfases de
escárnio, uns olhos que
cospem, sempre no olhar
trazem escarro,
desprezo toxico por
qualquer diferente imagem.
Face faz-se fascista
em face de semelhantes
faces, redudantes fazem-se
em frases de medo e ódio,
em frágeis contextos ilógicos,
nazis utópicos, fantoches,
fanáticos, fantasmas fantásticos
de um fracasso ideológico.
São todos tão bons,
são vis cristãos do diabo.
São o axioma do mal, do
mau que se soma ao
discurso estúpido daquele
a frente destas faces tão
débeis, tão reles, tão praxes,
tão reses, tão férteis para o
caos...para este Fausto assim
implantar seu tão sonhado
neo Holocausto, sua verdadeira
intenção afinal.



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